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[Motos&Destinos] Ferreira do Z?zere, Vila de Rei, Lercas - 27.03.2011

Posted on March 27, 2011 at 9:00 AM

Nem sei por onde começar, mas penso que pelo início será melhor.


 

 

 

Este foi o encontro do pessoal deste cantinho (www.motosedestinos.pt.vu), ainda me lembro como nasceu a ideia do encontro... E tenho de agradecer ao Trophy e à Cláudia a maravilhosa organização e o fantástico passeio proporcionado, ao homem das lercas (são uma maravilha), o medronho que o Correia me deu a provar e a todos os que participaram.

 

Estava eu uma noite no chat, o pessoal estava muito bem disposto, a conversa estava ao mais alto nível e falava-se de encontros, lercas, cerveja e passear de mota. Até que alguém disse:

- Oh chicotes abre lá um tópico para o dia tal.

 

E eu abri!! E o pessoal começou a aderir, foi bom ver o interesse por este convívio.


 

 

 

Os dias foram passando e a ansiedade de estar com os amigos também, o tempo não se avizinhava prometedor, mas foi... mas isto eu conto mais à frente.

 

Na noite anterior, demorei mais um pouco a ir para a cama, mudava a hora e eu andava em cima de tudo o que era relógio para ver se ficavam certos ou não, é que não queria chegar 1h mais tarde... E lá ficaram os relógios todos certos e eu fui dormir, as horas estavam a passar devagar, nunca mais tocava o alarme para acordar.

 

Depois de adormecer, acordei várias vezes a meio da noite, a chuva batia na janela, a cama estava quente e eu a imaginar como seria o dia seguinte, de seguida voltava a adormecer, tranquilo e confiante nos sites de meteorologia que anunciavam menos probabilidades de chuva.

 

Lá acordei, calcei as luvas de primavera, mas levei as de Inverno na mochila, a Célia levou impermeável mas eu prescindi do meu, estava confiante que não ia ser preciso.

 

Entretanto lá fomos para o ponto de encontro, bombas da Repsol da A1 em Gaia, era daqui que a comitiva iria arrancar, já lá estava o Rui com a sua V-Strom e equipado para enfrentar a chuva até aos dentes, entretanto chegou o Sérgio Oliveira também todo equipado...

 

Eu estava ali com ar de cromo só de casaco e calça de pele sem impermeável, mas a verdade é que tirando uma valente chuvada que apanhamos nos Carvalhos a qual não foi suficiente para me molhar, não precisei de impermeável e as luvas de Inverno só as coloquei à vinda embora no fim do encontro, mas voltemos atrás que a cassete ainda tem muito para rolar.

 

Estávamos nós nas bombas da Repsol, mas faltava alguém, era a Gracinda que faltava, mas como eram horas pensamos que ela não deveria de demorar muito mais, a Gracinda nunca se atrasa, por isso ficamos tranquilos e lá fomos nós tomar um café para acordar.

 

Nisto, já o ponteiro dos minutos quase que estava a tocar nas 9h30... a hora de arrancar eram 9h e Gracinda ainda nada, eu comecei a ficar preocupado, a estrada estava escorregadia, terá acontecido algo? Foi então que lhe liguei:

- Tou Gracinda? Sou eu o Fábio.

- Ahhh, olá, diz!

- Olha, nós já cá estamos à espera.

- Já estão onde?

- Nas bombas da Repsol.

- Mas ainda é muito cedo!!!!!

- Olha que já são 9h30m.

- Ena pá, esqueci-me que mudava a hora, eu estou já aí.

 

Prontos, depois apareceu a Gracinda e lá fomos, chegamos à conclusão que Penafiel tem um fuso horário próprio, eheheh.

 

Não tardou a chegarmos ao ponto de encontro, onde já nos esperava o Trophy, nas bombas da Cepsa na nacional 110, passado mais um pouco chegou o Carlos e depois o grupo dos Correias.


O pessoal estava cheio de fome, pareciam uns sem abrigo a comer à beira da estrada, como bem lembrou o Vitor, AHAHAH.


 

 

 

A mesa do pic-nic:


 

 

Diga-se de passagem que o bolo estava mesmo muito bom, penso que as outras coisas eram tigeladas... estava tudo bom e o bando de esfomeados ali a comer, as pessoas passavam e olhavam com pena, como quem diz: Olha para eles coitados, devem de passar mesmo muita fome. EHEHEH


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




O pessoal já todo reunido... não estava aqui ninguém porque estava tudo a comer o bolo e as tigeladas e se demoravam mais um pouco a descer da mota, nem o cheiro sentiam, ahahah:


 

 

Entretanto liga o Toni Guerra, já se encontrava pela zona, foi ter com nós a Dornes onde paramos para ver a torre pentagonal, onde também estava um homem num enlatado que andou atrás de nós o tempo todo... era uma personagem suspeita, mas levou umas lercas... nunca tinha comido, mas aquilo é fantástico, a carne é muito, mas muito boa. Obrigado Luís Azevedo por teres levado tão deliciosa comida.


 

 

 

 

 

 

 


Só de me lembrar já estou a ficar com fome... Mas prosseguindo, o caminho até Dornes é bonito, a torre é uma coisa diferente e bonita, se já lá estive era pequeno demais para me lembrar.







A Yamaha 50cc do Toni:


 

 

 

 

 

 


Depois da conversa estar um pouco mais em dia, lá fomos nós até ao restaurante, por mais uns caminhos com umas vistas fantásticas.



 

 

 

 

 

 

 

Aqui está um belo lugar, para com um fogareiro fazer umas lercas e comer:


 

 

E lá chegamos ao restaurante, onde o Vitor perguntou se podiam grelhar as lercas, o homem disse logo que sim e lá o fizeram, foram umas entradas muito boas.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



A Gracinda até lambia os dedos de tão boas que eram as lercas:


 

 

E comeu-se muito bem, bem podem ver pelas fotos, calhou 12.50€ a cada pessoa e digam lá se não vale a pena, com bebidas, sobremesa e cafés incluídos!!


 

 

 

 

 

As lercas estão à direita na foto:


 

 

 

 

 

 

 

 

Barrigas atestadas, era hora de ir assentar a comida no estômago com uma voltinha de mota, com mais umas excelentes paisagens, como se pode constatar, paragens para uns matarem o vício e todos falarem e se divertirem.


 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fiquei impressionado com o andamento da 50 do Toni, aquilo anda muito bem e curva como as grandes, não pensei que uma mota com um motor tão pequeno e com 20 anos conseguisse acompanhar tão bem as outras, é uma mota pequena mas é MUITO grande!


 

 

 

Aqui a foto do repórter e mestre em fotografia do encontro!!


 

 

 

 

Paramos numa ponte, quem tem umas vistas muito bonitas:


 

 

Fomos abastecer:


 

 

 

 

 

 

E lá fomos para o último ponto do passeio, fomos ao ponto mais ao centro de Portugal... que depois vim a descobrir que não é assim tão ao centro, eheheh.

 

 


 

 

O homem misterioso que andava no enlatado, sempre atrás de nós e que levou as lercas:

 


 

 

A vista é excelente, tem lá em cima um museu, segundo o Vitor lá tem em exposição coisas para medir, como réguas grandes e coisas assim.


 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

Como o vento estava a ficar mais forte, como o tempo estava a ficar mais frio, como ao longe e segundo a rosa dos ventos do local as nuvens para a nossa zona estavam a ficar mais feias, lá tiramos a foto de grupo, despedimos uns dos outros, ficamos com vontade de fazer mais uns passeios e viemos embora.


 

 

 

 


 

 

 

 

Depois viemos para norte, paramos numas bombas da Repsol na nacional para eu abastecer e o senhor que nos atendeu esteve a contar as histórias dele de quedas que teve, não era uma conversa para crianças puderem ouvir!! EHEHEH.

 

A estrada estava molhada, a água foi pouquinha, no fim posso dizer:

Foi um encontro à maneira, em que o importante foi rever os amigos, conhecer nova gente, diversão e boa comida e ansiar por mais passeios e convívios.

 

 

 


Obrigado a todos que tornaram este passeio inesquecível.

 

The END.

 

Texto: Fábio Pereira (Serzedo)

Fotos: Célia Coelho (Pendurinha) e Fábio Pereira (Serzedo)

 

 

 

 

Categories: Encontros

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